Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

Fala, Bolsonaro. Simplicidade e clareza, a marca do homem que incomoda os corruptos do Brasil

Mensagens recentes

O Jair que existe e o que não existe

Estou há semanas querendo tocar em assuntos que não são exatamente sobre política, mas sobre comportamento. Infelizmente vivemos uma era onde achar alguma coisa ofende, não concordar com os intelectuais do Projac te exclui de muita coisa e não ser uma samambaia te prejudica com anunciantes. Enfim, foda-se.

Eu quero falar sobre Jair Bolsonaro.
Antes de mais nada, para validar minha opinião com os psicopatas, devo registrar que meu voto no primeiro turno será em João Amoedo. É o candidato que me identifico mais com as idéias e propostas. Ponto final.
Ah mas então você não vota no Bolsonaro? Voto, claro que voto. No segundo turno contra PT, PSDB, Marina, Ciro, Boulos… voto fácil.
E não, não voto cheio de dedos ou vergonha do que vilão que a mídia criou, nem do super-herói que outros esperam.

O Brasil é um garotinho perdido sem identidade, sem coragem e sem noção. Todo garoto assim quer um super herói para ajuda-lo, não um caminho longo para seguir. Jair é o herói de muita gente, como Lula f…

Facebook e Jair Bolsonaro: a politização inesperada

Dois fatores politizaram a classe média no Brasil: o Facebook e Jair Bolsonaro. Isso terá seus desdobramentos sociológicos, claro. Significará uma politização de menor importância do que a politização das faixas da população classificadas como pobres e miseráveis obtidas por Lula e PT?

Estamos portanto diante de uma espécie de desdobramento de um fenômeno trazido pelo Facebook e que vai se perder logo logo. O Facebook está sendo pilotado, hoje, de forma a ser cada vez mais difícil gerar movimentos sociais dessa magnitude

O fato a que me refiro ocorreu em 2008 na Colômbia quando um único ativista colocou 12 milhões de pessoas nas ruas contra as Farc. Lembram do sequestro de um garoto que, ao final, nem estava com os guerrilheiros-traficantes? O engenheiro civil Oscar Morales, o ativista, encontrou um clima propício àquela manifestação: um povo cansado das chantagens das Farc. Hoje, ele é um conferencista internacional... E tudo começou no Facebook.

Ora, ora, tapem seus narizes senhores e …

O outro lado do Dia da Mulher

Nem tudo é festa no Dia Internacional da Mulher, uma invenção do Partido Comunista da Rússia para obrigar a mulherada a entrar no efeito manada. Deu certo. Mas quem liga para isso?



Texto de Felipe G.Martins

Antes de aderir à data de hoje, toda mulher deveria se perguntar o porquê do "dia internacional da mulher" ser comemorado no dia 8 de março, data escolhida por Lênin e oficializada em reunião da Internacional Socialista, e não no dia 3 de março, no dia 28 de fevereiro ou em outras datas que ficaram marcadas por manifestações espontâneas de mulheres livres (mesmo quando erradas) nos Estados Unidos ou na Europa? Dica: aquela historinha de incêndio em uma fábrica têxtil que você aprendeu com as suas professoras.
A finalidade de Lênin e dos propagandistas bolcheviques era criar um simbolismo e uma narrativa que justificassem sua intenção de OBRIGAR a mulher russa (e, mais tarde, as mulheres de outros países socialistas) a abandonar os cuidados de sua família e de seu lar e ir p…

A farsa do pré-sal

Publiquei os textos abaixo há seis anos. Seguem reproduzidos agora por causa da nova formatação do blog que fez sumir as páginas existentes. Publicar agora pode perfeitamente servir de alerta pois já nem se ouve falar em pré-sal quase às vésperas da próxima eleição.
Brasil explora pré-sal desde os anos 50
Novembro de 2011
Texto de Miriam Leitão.

"O Brasil descobriu petróleo no pré-sal nos anos 50 e já o explora há décadas. O que houve agora foi a descoberta de grandes reservas, mas nem todo produto é de boa qualidade. A produção iniciada em Tupi é mínima perto do total extraído no Brasil. Principalmente é falsa a ideia de que o pré-sal é a solução mágica que garante o futuro. O governo faz confusão proposital quando o assunto é petróleo.

Primeira descoberta foi em 1957

A excessiva politização do tema está criando mitos e passando para o país a ideia de que agora ganhamos na loteria, um bilhete premiado, que vai produzir dinheiro abundante que resolverá todos os nossos problemas. Isso …

Bolsonaro cresce continuamente, mesmo com pesquisas contrárias

Temer prossegue na marcha de misturar militares e civis em causas complexas e sair com algum lucro depois de deixar a Presidência.

Parece haver dois objetivos. Ambos complexos. E perigosos.

Primeiro: desacreditar a própria ideia intervencionista e mostrar que a política é mais resolvedora de problemas. Até é verdade mas em outro contexto. No atual contexto é jogo de cena. Perigo: contar com o fracasso da semi-intervenção, em termos práticos, por isso semi-intervenção, mas utilizá-la como vitória, como sucesso. Mais ou menos como fez o PT que se livrou de Dilma gritando ser o impeachment um golpe.

Segundo: esvaziar a pauta de Bolsonaro, num movimento duplo; impedir a eleição do deputado e manter um acordo intramuros contra futuras investigações e prisões, opção sustentada por um batalhão de interessados enrustidos.

Militares ficaram na famosa "sinuca de bico". Se dissessem não, seria culpados. Se dissessem sim, como disseram, ficam com o abacaxi na mão. Mas há vozes contrária…

Um exercício de solidão

O filme “O insulto” iniciou esta semana sua passagem pelos cinemas brasileiros. Na sessão de ontem no Reserva Cultural, na avenida Paulista, a sala estava lotada. No semblante dos espectadores, em sua grande maioria formada por gente de mais de 50 anos, tristeza, auto-interrogação, perplexidade, uma convicção na forma de autorretrato.

O tema é espinhoso e explica a extrema superficialidade das resenhas, mesmo as elogiosas, escritas a respeito, valendo a pena todo o sacrifício de enfrentá-lo. Porque o grande tema que nenhuma resenha aborda fica em terceiro plano, mas é sem dúvida o catalisador de toda a história.

Quem for assisti-lo poderá sair do cinema com uma impressão novelística da realidade, apegando-se a aspectos de conduta pessoal, como se tudo se resolvesse na base da boa vontade, como nas discussões entre negros e brancos “empoderados”.

Ocorre que tais discussões, distantes de uma consciência mais precisa das razões que os fazem tomar os penduricalhos no pescoço e no nariz c…