Mensagens

A mostrar mensagens de Maio, 2011

Chegou a hora de votar sem sair de casa

Se grandes feitos na economia afetam o modo de vida, as condições de operação prática afetam o modo de representação política. O ritual bonito e pimpão de um cidadão se paramentar todo para ir votar é coisa do passado. 
Está mais do que na hora de a tecnologia servir ao cidadão plenamente. Por que a tecnologia somente beneficia os bancos que sustentam o governo e os de natureza privada no sentido de baratear o custo das operações? Por que não poderá servir como meio de ação do eleitor?
É isso mesmo, banda-larga para todos para que todos tenham meios de votar sem sair de casa. Isso já é feito com o imposto de renda. Já é feito também, de um modo ainda indireto para a maioria das pessoas, nas apostas semanais.
Já imaginaram como será a mobilização de milhares de eleitores que poderão interagir e decidir como votar sem precisar ver os malditos e caros santinhos, com a cara de santo do candidato, ficando ele, o eleitor, com cara de idiota no dia da votação e sempre?
Hora de mudar.

Partidos políticos dão um enorme passo em direção ao passado

A classe política é a cara da sociedade. Essa máxima é tão velha que nem se deve mais atribuí-la a um único pensador, maior ou menor. 

A convenção do PP (Partido Progressista), de Paulo Maluf, parece demonstrar a necessidade umbilical do brasileiro de retornar ao passado.

Lá estavam o governador que sucedeu Mário Covas, o vice-presidente da República, que representa, em tese, um governo trabalhista. 


Todos têm a mesma cara. São todos a impressão digital que o mundo chama de Direita, conservadora, rica e indiferente ao que o cidadão brasileiro pensa e diz.

O entorno é moderníssimo. Os computadores são de última geração. A moda é superfashion. Os convites brilhantes e feéricos.
Mas os discursos foram, todos, previsíveis. Feitos para o passado.

O terrorismo é um grande negócio

10 Things You Don't Know About Terrorism
Dez coisas que você não sabe sobre terrorismo

O ataque de setembro de 2001 às torres de Nova York foi uma operação de negócios. Nada tem a ver com disputas religiosas. Isso e muito mais a economista italiana Nicoletta Napoleoni passou anos estudando. Veja neste texto, em inglês com a tradução logo abaixo, o que ela constatou.

by Loretta Napoleoni

Two and a half years into the 'war on terror', the US is running a $500 billion budget deficit, its highest ever and the country is struggling to cover war costs. Terrorism seems to be a very costly business. So how can terrorists afford it? The answer is simple: terrorism is their business.

"Dois anos e meio de guerra ao terror, e os Estados Unidos estão criando um déficit no orçamento de 500 bilhões de dólares, o mais alto na história do país, para cobrir os gastos da guerra ao terror. Terrorismo parece ser um negócio muito custoso. Então como é que terroristas conseguem mantê-lo? A res…

Osama morto, herói sem aura

Jean-Francois Revel, num livro clássico, apontou como "as democracias morrem", basicamente por que não desenvolvem mecanismos eficazes de defesa contra seus inimigos, os quais defendem bem as origens "fechadas" das quais saíram. 


Exemplo claro: a China, não é democrática e se defende bem das democracias representativas formais existentes nos dias hoje.
Os fundamentalismos todos, incluído o do capitalismo, tendem mesmo ao confronto. E Osama além de tudo sabia demais. Foi sócio e parceiro. Também fez do fundamentalismo um "meio produtivo", na linguagem de Karl Marx.
Osama vivo era o sinal de que a guerra precisava continuar, sempre em busca de sangue e mais sangue para continuar a guerra, qualquer guerra, negócio mesmo.
Morto e exposto publicamente com o rosto desfigurado por tiros seria o sinal de um mártir, realimentando a revolta, a ira e mais sangue em troco de nada.
Osama morto e enterrado no mar será apenas uma lembrança, algo que já era, pois que Osama se…