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A mostrar mensagens de Novembro, 2011

Larry Rohter que o PT não conhece

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This is a resume of one episody that we lived in Brazil having the journalist Larry Rohter as main personage. Covering the power questions under Lula da Silva presidency, Rohter wrote an article for The New York Times and the rest is History.
O nome Larry Rohter ainda aborrece muita gente no Brasil.

Muita gente que não sabe da reza nem as notas de rodapé.

Rohter é aquele repórter que escreveu um texto para The New York Times, um dos mais importantes jornais do mundo, informando as condições dos bastidores do poder no Brasil durante a primeira gestão Lula da Silva.

O ex-presidente chegou a pedir que cassassem seu visto no Brasil. Nem durante a ditadura militar jornalista algum foi expulso. Mas Lula entraria para a história como o primeiro a fazer isso. Tudo por que, como repórter, tendo recebido e checado informações, e é assim que o jornalismo funciona, Rohter escreveu o que achou que tinha de escrever. Relatou o que era notícia de bastidor, Lula bebia e muito.

Não haveria a menor im…

Fardados por dentro

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Deve ser muito difícil ao ex-presidente Lula perceber, e nós teremos de aprender a compreender isso, o tipo de perda que uma década pode acarretar na vida de uma pessoa.

Pode ser mais difícil ainda, e o PT como um todo tem demonstrado isso, compreender que um país se constrói, mais do que é construído. Por um ou mil governos. Será tão difícil assim perceber que somos um povo ávido por liberdade?

O PT de Lula e adeptos querem fazer o Brasil caminhar em ordem unida, como que fardados a la Cuba por dentro. O poder pelo poder. Falam com desdém daqueles que pensam diferentemente. E um dos legados desses dez anos é o nível, bem ruim, das críticas que se articulam entre os defensores de Lula e do petismo.

Gente rancorosa, malformada, neurótica. Um historiador dirá que a mediocridade governou o Brasil.

O governo se vale de números globais da economia como feitos globais de governo, o que é, no mínimo uma falácia, uma mentira, pois resulta do esforço de todos os brasileiros, e não somente daq…

Do anedotário

Ministro chora quando vê o monte negro.

Amor com amor desgoverna ministro.
Eu não sabia faz todo o sentido, sem sentido.
Silva, o cantor das minorias partidas.
O passado simplesmente não passa.
Fraquinha da silva, mas em qual ministério?
Marola, marolinha, marolão, tudo aqui mesmo.
Eu te amo, mas não leva a sério, por favor.
Lula, o Lupi tá aqui, fala com ele? Lula, cadê você?



Déjà Veja

Um militante do PT enviou e-mail a Dilma contando como um assessor do ainda ministro Lupi tentou abiscoitar 1 milhão de reais para legalizar um sindicato. A assessoria de imprensa da presidente Dilma da Silva disse que o e-mail chegou por lá, mas justamente o trecho que relata a nascente extorsão desapareceu por problemas técnicos. E se um email-espelho estiver guardado em algum servidor, como será? E a culpa será de Veja?

O humanismo do pecado

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Enfiar a vida, já curta por condição, já arriscada por intrusão, num manto dito sagrado e sair por aí vendendo uma verdade.
E todo insanto dia repetir ladainhas prometedoras de um céu de paz muito para lá de depois da morte.
Caminhar roçando mansuetitudes que ignoram realismos duros e inevitáveis.
No fim do dia, mais um dia, uma nova promessa para o velho cansaço.
E volta para a roda dos viventes semimortos. Por que ele manda, ela precisa, eles gostam, eu adoro, você odeia. 
Pecar nos torna humanos, tentar ser santo nos aprisiona num condicionamento manipulado por alguém.




Ateus que não sabem que são

A palavra Deus já significou coisas diferentes em tempos diversos. E faz muito tempo que se tornou apenas força do hábito, graças a Deus.

Somente discussões muito rasteiras ignoram a história das religiões e levam sempre ao reducionismo máximo, o de que ao ateu não é permitido citar Deus.

Deus é um território. É o único elemento conceitual hoje que autoriza quem quer que seja a se definir como ser humano. E isso é mau, muito mau.

Na verdade, Deus pode ser chamado Medo, Impotência, Fraqueza. Pois são os materiais com que se constrói o respeito ao conceito chamado Deus.

A bíblia é um livro apenas. Seus mais de 500 cronistas formularam parábolas sem saber que um dia o conjunto da obra se chamaria Bíblia.

Profetas, abades, vizires, reis armaram exércitos, terçaram ferro em brasa, roubaram, mandaram matar, se apoderaram de cidades, enfim, criaram relações de poder usando apenas a mística do verbo anunciado como o ato desejado por Deus.

As relações de poder são feitas basicamente do verbo. …

Nós religiosos (que ninguém desata)

Começa mais uma onda no Congresso brasileiro com uma proposta de emenda constitucional que prevê maiores poderes de opinião a representantes que se autoproclamam mensageiros de Deus.

Esse movimento não tem nada de novo e sempre parece estar espreitando nova oportunidade, melhor ocasião.

Esse é um dos grandes desafios ao brasileiro que deseja viver sua vida em paz, com ou sem um credo.

Se fica em silêncio, padres, pastores e demais autoproclamados salvadores de alma tomam o espaço e tentam impor a todo mundo aquilo que fica bem entre quem partilha tal ou qual credo.

Se faz barulho vê o objeto do barulho ser empurrado para debaixo dos tapetes que convenientemente surgem pelo caminho, como a discussão do aborto que todos os partidos continuam fazendo de conta que não faz o mal que faz.

Quem vai colocar a mão em mais um vespeiro e mostrar que igrejas recebem isenção fiscal, gozam de privilégios e de representação parlamentar interesseira?

Na troca de favores entre todos os tipos de candid…

Somos todos corruptos?

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Vamos dizer que a corrupção seja inevitável e que governo nenhum pode debelá-la. Mas compete somente a governos?

Será um exercício corruptivo pensar dessa maneira? Equivale a dizer que somos todos corruptos?

A entidade Transparência Internacional anuncia para o próximo dia 24 a lista dos vencedores do prêmio máximo para quem combate a corrupção.

Eis o anúncio (com tradução logo embaixo)



Primeiro fragmento: "The anti-corruption organisation Transparency International will announce the 2011 winner of its global Integrity Awards on 24 November 2011".

: "A Organização anticorrupção Transparência Internacional anunciará os vencedores do prêmio Integridade no próximo dia 24 de novembro".
Segundo fragmento: "Launched in 2000, the Integrity Awards recognise courageous individuals who have made a significant difference in the fight against corruption. Previous winners include government and corporate whistleblowers, civil society activists, and extraordinary citizens fr…

O castelo que nos habita

Twitter provocou onda de magnífica altitude na terça-feira, 15, data da proclamação desta república em permanente construção.

Com o tema "Brasil sem Corrupção", a "tag", nome moderno para acompanhar a noção do muito antigo "manifesto", destrambelhou a linha do tempo e só parou lá pela madrugada.

Foi uma multidão típica dos tempos modernos, pedindo simplesmente um sonho, "um Brasil sem corrupção", como sonho é um mundo sem corrupção.

Mas no dia mesmo, o 15, houve o ato dito manifestação pública, que não morreu, nem morrerá, pedindo a mesma coisa.

Mas choveu no Brasil, em grande parte, e grande número de tuiteiros lamentou que houvesse "apenas" 100 pessoas aqui, 100 acolá e cento e poucas mais para lá.

Estamos viciados nas manchetes do século 19 e nas chamadas televisivas de qualquer tempo.

Ainda não nos demos conta de que uma multidão já partilha princípios e esperanças, sonhos e resmungos, críticas e compreensão.

O tempo das multidões …

Resistência à opressão, hoje

Para quem está muito preocupado com o excesso, de um lado, e a carência, de outro, uma dose de leitura pode ajudar.

Refiro-me à condição política do momento, um governo de cunho trabalhista, perdulário, populista, burocrático e corrupto.

De outro lado, a oposição e suas discrepâncias, sua busca de um foco, seus telhados de vidro.

"O Alfa e o ômega da teoria política é o problema do poder: como o poder é adquirido, como é conservado e perdido, como é exercido, como é defendido e como é possível defender-se dele".

A frase acima é de autoria de um respeitado pensador, o italiano Norberto Bobbio, de esquerda, sim senhor, e está na terceira parte do livro A era dos direitos, que tem como título, precisamente, A resistência à opressão, hoje.

Resistir é preciso.

Vespeiros do Brasil

Uma professora, de uma diretoria regional de uma importante associação de classe, escreveu para reclamar sobre as constantes críticas ao PT, e somente ao PT, ela disse.

Ativa participante do comando de caça a Serra e ao PSDB, ela perguntou por que não faço críticas ao governo de São Paulo.

Direto ao ponto. O governo federal está na mão do PT, gestão total, de Dilma, eu te amo, agora, a Lula Lá, eu não sabia de nada.

Antes de escrever uma frase inteira a favor do PT preciso contar um caso que essa mesma professora relatou-me dois anos atrás.

José Serra era o governador do Estado. Ele implantou um sistema de reciclagem para aumentar salários dos professores segundo o mérito de cada um, que seria (e foi) aferido numa prova de 100 questões. A nota de corte era 30, ou seja, era preciso acertar no mínimo 30 respostas.

Muito bem, no dia em que nos falamos pessoalmente, ela estava superatribulada na organização de uma greve contra Serra em nome dos professores que não conseguiram acertar 30 r…

Dirceu sem palavras

Aconteceu. José Dirceu, o primeiro-ministro de hotel, ficou sem o que dizer.

As declarações dadas por ele no encontro do PT deste domingo, 13, mostram o poderoso mentor procurando pêlo em ovo, tentando deslocar o foco do governo federal para o governo de São Paulo, onde o PT quer por quer ganhar a eleição para poder, com dinheiro do Estado, viabilizar o falso novo pré-sal.

Talvez o primeiro-ministro de corredor esteja esquecido do dia em que convocou todas as lideranças para uma reunião. E ninguém apareceu.

Ou melhor, todas apareceram, vindas do mesmo lugar e com o mesmo objetivo.

Lula havia na surdina convocado as mesmas lideranças e passado a elas a missão, mostrar a Dirceu quem manda no PT, mais ou menos o que o deputado João Paulo Cunha, ou Paulo Cunha, ou João Paulo, dependendo da cidade onde pede votos, fez com o candidato Lapas do PT de Osasco.

O PT vai se desmanchando, ficando igual ou pior do que o PSDB que tem, sim, um monte de problemas para resolver, herdeiro que se tornou…

O custo Pallupi

Os dias de agonia de Palloci são lembrança que não deveria desaparecer do horizonte da presidente "Dilma, eu te amo" e desse cidadão que tem a força, o mais recente emblema de um governo que mais parece coalização do cartel de Ongs-Medelin.

A novidade apenas é que Dilma consegue ser extremamente criativa no modo como passa a mão na cabeça de corruptos.

Lula também fez isso, mesmo chamando os lobos de aloprados. Mesmo dizendo que Sarney é um homem acima de tudo.  E, pior, dizendo que não sabia de nada.

Dilma, até agora, não disse que não sabia de nada, o que é revelador, dirão os estudiosos da semiótica.

Semiótica é a ciência que estuda os sinais, mormente os não declarativos. São aqueles sinais que todo mundo pode até ver, mas nem sempre registra ou deixa de contextualizar por mil outras miudezas que vêm junto.

O problema de Lupi é que as miudezas reforçam o quadro geral. Postura de jagunço primeiro, o que pensa logo em armas e soluções violentas, misto de bravata com despre…

Sexo fácil, e o trabalho?

Sexo ocupa a pauta humana e não poderia ser de outro jeito. Mas algo incômodo está ocorrendo movido pelas facilidades eletrônicas.

Rode os portais que discutem assuntos variados e verá todo mundo opinando sobre sexo, amor, desejo livre, romântico.

Entre nos fóruns sobre Trabalho.

Aí mora o incômodo.

Fala-se de tudo menos do que realmente importa, o trabalho.

Afinal, para que trabalhamos?

A resposta é tão óbvia quanto responder o que é a verdade. Trabalhamos por dinheiro. Isso e mais nada.

Mas o mundo do trabalho, hoje, decidiu que tem o direito de mudar e impor comportamentos nos mais recônditos ninhos do mover-se humano.

Assim, se você tem facebook e diz o que pensa dos políticos, cuidado, a empresa se acha no direito de policiar você.

Existem já manuais de comportamento na internet. Servem de pauta, mas são pessoas ganhando dinheiro para tornar óbvia a ética corporativa.

O mundo é feito de convenções e partilhar convenções é partilhar um acordo de cavalheiros sem o qual nos mataríam…

Ministério serial killer

O balcão de negócios chamado Partido Comunista do Brasil ganhou um ministério novinho em folha por fora, tremendo pão bolorento por dentro, logo depois da queda do santo Silva e seus adeptos amestrados, com direito a elogio presidencial. Quanto tudo isso custou não se sabe ainda.

Chegou a vez da subsede do sindicato de ladrões colocar seus mastins na mesa, a começar pelo tom dos latidos do mastim-chefe, aquele que não disse ter aquilo roxo, mas tem aquilo à prova de bala.
Pois resulta dessa declaração a sensação de que a expressão "somente à bala" é o código de barrras colocado na mercadoria, algo como "se vierem para cima de mim, vou custar mais que o Palloci".
Do jeito que anda a coisa toda, o custo da pseudofaxina, da pseudomoralização, da pseudosseriedade, enfim, desse pseudogoverno, será tão grande que a corrupção criará novíssimos mecanismos para repartir as pizzas todas, os vinhos todos, os carrões todos.
Uma lei não escrita já está em vigor e é da criação e…

Desmoralização à vista

O governo Dilma somente resiste por que foi eleito na sombra do porre que o Brasil tomou.
Nunca esperamos perfeição dos governos que se sucederam, de Getúlio e Juscelino a Lula e Dilma. Nós brasileiros somos pacientes, até demais. É raríssimo presidente ficar desmoralizado.
Mas a desmoralização, agora, caminha para uma proporção tamanha que anula de vez um hipotético estudo comparado. 
Getúlio pegou um Brasil em crise e deixou outro Brasil em crise. Dois Brasis, duas crises distintas, resultantes de uma mesma raiz, um país pobre com enormes dificuldades de representação, com partidos políticos que se tornaram balcão de negócios.
Juscelino enfrentou fortíssima oposição, e mesmo sendo herdeiro de muitas contradições, governou sem medo e deixou um Brasil melhor.
Itamar Franco entrou de carona na história e deixou uma frase para a história: "no meu governo não haverá corruptos". Alguém consegue apontar um nome de ministro que tenha sido borrado em praça pública no período de It…

Às nossas costas

Articula-se um movimento, no coração ultralight dos partidos de oposição no Congresso, por uma reforma ministerial.

É o golpe dentro do golpe.

Dilma anunciou faxina depois de ouvir Lula, foi um golpe. A faxina nunca existiu porque Dilma comanda uma máquina montada para fortalecer as finanças do PT. Certo, Palloci?

A guerra vai continuar, percebe-se. Então, agora, depois de uma reunião movida a análises estratégicas de como sair da sombra de um jeito ou de outro, a oposição ensaia uma "forçada" de barra para que Dilma faça uma reforma ministerial.

É golpe dentro do golpe. Dilma é mandatária máxima, se comanda um esquema herdado que se mostra "infaxinável" é porque ela também é sócia.

Logo, se houvesse uma promotoria pública digna desse título, se houvesse uma polícia federal digna do colete à prova de bala, se houvesse uma oposição digna e à prova de farsas, a esta hora Dilma já teria de responder com seu próprio mandato.

A democracia não se alimenta de fixações por…

Mensaleiros na pauta

Quando um homem que preside um poder qualquer coloca em votação um projeto que estava na gaveta, a primeira condição que vem logo à mente é que estão concluídas as negociações para votá-lo.

De Jorasã a Uqbar sabe-se que nada ocorre por acaso em política, e que tudo o que parece ocorrer por acaso custa mais caro.

Quanto custará aos uqbarenses brasileiros de terceira nomeada a anistia a cassados por um processo de corrupção.

Uqbar, para quem não leu Borges, é um mundo inventado.

Que estranha e desmemoriada e vergonhosa e autoritária Uqbar o PT e seus exércitos jorasãenses querem fazer do Brasil?

A atuação do deputado-presidente, comensal e mensalzão tem de prático apenas isso, o PT quer institucionalizar o crime político com direito a anistia prévia.

O mensalão

A postagem logo abaixo, veiculada no dia de finados (Por quem os sinos dobram), foi a obrigação lógica de preencher com memória iconográfica aquilo que o tempo naturalmente leva embora.

Precisamos nos lembrar do momento inspirador do então general Eisenhower. Ele disse: "um dia um idiota se erguerá e dirá que nada disto aconteceu".

Eisenhower foi eleito presidente dos Estados Unidos, sem precisar se envergonhar de ter chefiado homens a caminho da morte numa guerra, e sem precisar esconder da história o que testemunhou.

Democracia no trabalho

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Por Lucas Echimenco

O Brasil de hoje está gerando um tipo de mentalidade que, feita de conformismo e bravata, ou se exercita rudemente ou não se exercita de jeito nenhum.


É muito fácil e cômodo clamar ao mundo contra os políticos, contra as injustiças na sempre sofrida África, contra o cada vez mais desmascarado aquecimento global, contra a poluição de bugigangas na estratosfera.

Quem é que vai dizer o que se passa nas empresas, nas sacrossantificadas empresas, onde o mando é calado e movido a olhares circunspectos, como faziam os personagens de Dostoiévski na Rússia do século 19.


Competência e habilidade

Nas empresas, por consenso de consultorias e franco-atiradores corporativos, as pessoas estão sendo levadas a confessar, e professar, o controle sobre aquilo que não é da conta das empresas.


É claro que o mundo corporativo é concorrido e cheio de desafios. É claro que as regras precisam existir. Mas ao contrário do que diz a maioria das coisas que lemos, é obrigação da empresa investir no…

Por quem os sinos dobram

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O material a seguir chegou por aquelas vias que até desejamos evitar, por email.

Mas guardei por que partilho a noção de que é preciso deixar uma janela aberta àquilo que nos incomoda, me refiro aos emails.

Está como veio, com erros de português e tudo mais.

Mas fica a mensagem de Eisenhower, que num clarão de lucidez tomou a atitude que tomou, para que um idiota não levante a voz, gesticule feito palhaço, grite feito maníaco, para que a gente saiba ver a diferença entre indignação e loucura.

E para que o dia de finados não seja apenas uma moeda religiosa, um apetite de consumo, tudo isso num tempo em que o silêncio nunca foi tão violentado na vida cotidiana como hoje.


Exatamente, como foi, previsto há cerca de 60 anos... o que Hittler fez... Por favor, leia até o fim! É uma questão de História lembrar que, quando o Supremo Comandante das Forças aliadas (Estados Unidos, Grã-Bretanha, França, etc.), General Dwight D. Eisenhower encontrou as vítimas dos campos de concentração, ordenou que fo…

Democracia só de boca

O texto abaixo é inteirinho da lavra do professor Eduardo Vianna, a quem já me referi neste blog.

Discordo de algumas coisas, mas Vianna pensa e expressa o que pensa. Isso é saudável num país de blogueiros grávidos de censura.
Somente a ampla exposição ao contraditório faz a liberdade respirar.

E se as pessoas citadas por ele, caso do jornalista Paulo Henrique Amorim, quiserem bater boca ou arremessar esterco, tudo bem, a democracia precisa se alimentar da lama para torná-la útil.

Uma democracia não pode ser boa somente de boca.
O texto:
"AI, ECHIMENCO, COMO DÓI, COMO DÓI, MAS COMO DÓI!
"Primeiro, eu faço sempre uma autocrítica quanto a este assunto. Não sou um defensor apaixonado deste governo nem de nenhum outro, muito ao contrário, mas já usei o termo "PIG", e deixei de usá-lo, ainda que o meu ódio contra a Veja não pudesse ser maior, diante da figura do criador da expressão PIG, um certo Paulo Henrique Amorim.

"Deixa eu te contar uma história, uma boa dosa…