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A mostrar mensagens de Novembro, 2012

Joaquim Barbosa, o nome do Brasil

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We have something better than Lula and its banditry

Norte-americanos, morram de inveja

Hei! Yankees. You have All the President'sMan. We have more: All the President's Banditry.
Devemos aos norte-americanos o título Todos os Homens do Presidente, livro e filme. No centro da história Nixon e o famoso Watergate (nome de um prédio). 

Nossa vez: Todos os Bandidos do Presidente. Quanto mais sabemos, mais percebemos que a roubalheira foi bem maior.
Labour Party in Brazil has a lot to explain. Now the name of the problem is Rosemary
Estranhas opções do PT, deu suporte a Dirceu e comparsas. Agora, tem de dar suporte a Rosemary, aquela que tem no prontuário nada menos do que 112 telefonemas para o Padim Ciço de São Bernardo do Campo. Quando o PT dará suporte ao STF?

Uma voz na chuva de Paris

It's raining. And here we are, in Parishttp://www.youtube.com/watch?v=4eqjESxHOS4&feature=player_embedded


Ouvir esta música é sentir tanta coisa, é ter deixado em Paris um pedaço de algo, é ver a chuva caindo e você parado olhando.... ou como diz a música Chissà cosa possiamo dirci in fondo a questa luce…, quali parole? É ouvir o último acorde desta música e chorar feito criança.


Lo so, lo so che questo non è cipria, è sorriso…
e sì, che non è luce, è solo un attimo di gloria
e riguarda me, che sono qui davanti a te sotto la pioggia
mentre tutto intorno è solamente pioggia e Francia…


Eu sei, eu sei, isto não é brilho falso, é sorriso e sim, sei que não é luz, é apenas um instante de glória Olha pra mim, que estou aqui na tua frente debaixo da chuva enquanto tudo em volta é somente chuva, e estamos na França.

Chissà cosa possiamo dirci in fondo a questa luce… quali parole, luce di pioggia e luce di conquista… hum… lasciamo fare a questo albergo ormai così vicino, così accoglie…

A nova-velha Arena

Em política tudo é negociação, diálogo e ação. O ressurgimento da Arena é até possível desde que haja quem a faça existir. Parece ser a velha direita observando os espaços e notando que a esquerda no poder não é diferente nem melhor, é até mais safada, hipócrita, melancólica, medíocre e ladra. O problema, porém, é que parece demais com a estratégia desse novo-velho PSD. Ainda não será desta vez que um partido político renasce como fruto de um anseio reprimido. E de anseios reprimidos estamos lotados até as tampas.

Brassens, o estranho destino dos tímidos

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Brassens, popular, strange and shy

"Mulheres ficam entediadas quando fazem sexo"  (Women get bored having sex with some guys)

















La femme qui possède tout en elle
Pour donner le goût des fêtes charnelles,
La femme qui suscite en nous tant de passion brutale
La femme est avant tout sentimentale.

Mais dans la main les longues promenades,
Les fleurs, les billets doux, les sérénades,
Les crimes, les folies que pour ses beaux yeux l'on commet

La transporte, mais...
a mulher toda bem fornida
para dar o toque sensual em tudo
que provoca essa paixão brutal essa mulher acima de tudo, sentimental  mas lado a lado com as caminhadas românticas,  as flores, os bilhetes de amor, as serenatas  vem os crimes, as loucuras que pelos seu belos olhos os caras cometem  tudo isso a enleva, mas ....


(refrão)
Quatre-vingt-quinze fois sur cent La femme s'emmerde en baisant Qu'elle le taise ou qu'elle le confesse C'est pas tous les jours qu'on lui déride les fesses
Les pauvres bougres c…

The Economist, 169 anos depois

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Quando foi lançada, em setembro de 1843, a revista britânica The Economist tinha como lema impresso em nota na segunda página o seguinte: to take part in a severe contest between intelligence, which presses forward, and unworthy, timid ignorance obstructing our progress. (para participar da luta que se trava entre a inteligência, que faz avançar, e uma pouco valiosa e ignorante obstrução que se opõe ao nosso progresso).


Eram dias em que uma certa lei estava sendo discutida no parlamento, a Lei Corn (Lei do Milho) que instituia uma série de protecionismos contra o mercado livre, como a importação de bens como o milho.


Hoje, 169 anos depois, o lema permanece impresso na edição impressa sendo ampliado em seu escopo e perspectivas na edição eletrônica. 
(http://www.economist.com/help/about-us#About_Economistcom)


Do capitalismo primitivo, extrativo, patrimonialista, poluidor e avassalador ao capitalismo mitigado por todas as crises que o mundo viveu (geradas no coração do próprio sistema capit…

Mozart

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For you not to say that Mozart is something old. Say he is simply MozartFreud descobriu o inconsciente. As modernas pesquisas com imageamento do cérebro mostraram mais que isso: nosso inconsciente pode processar até 10 mil informações por segundo. Se existe alguma coisa maior sobrepairando a vida humana, somente a música pode ajudar a entender. 

Sem cadeia ou com cadeia, coisa do PT

Quer dizer que para todos nós cadeia é ameaça real. Quando chega a vez dos bandidos do PT cadeia é coisa medieval? 
Cadeia não recupera ninguém. Mas eu não precisei de cadeia para me corrigir por ter votado em Lula.

Mais de uma hora de jazz da melhor qualidade

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More than an hour of the best of jazz


Sem grilos com os bichos

Eu adoro gatos e cachorros, mas assim: eles lá na casinha e no território deles, eu cá, na minha poltrona, com meu livro, meu vinho e minha solidão. Não jogo em cima deles os meus fantasmas e minha dificuldade de entender os seres humanos.

Um jornal antigo, um livro moderno

Leio o Jornal da USP, edição da primeira semana de novembro, uma publicação da Superintendência de Comunicação Social.

Aí está um modelo de jornal que já está superado. Superado para os dias de ontem, nem para 2015 ou 2215. O texto é "duro", não há retrancas nos textos longos, ou seja, o conceito de "texto amigável" inexiste, lembra mais o velho Estadão.

E a diagramação! Por Júpiter! Como pode? Curiosamente, na última página, o artigo "Ideias Encadernadas", do pesquisador francês Michel Melot, discute o desaparecimento do livro impresso. E quer ironia maior? O artigo fala do lançamento de um livro, chamado... Livro, (assim mesmo, uma palavra e uma vírgula). Parece bom.

O jornal impresso é nosso fetiche mais assumido

Novas histórias, textos mais analíticos, pautas mais completas. Esse rol de atributos já foi a pauta dos jornais nos anos imediatamente seguintes ao advento das redações informatizadas. E ainda está por ser cumprida, sempre estará.

Talvez a chave para uma reposta mais profunda esteja nos livros de Umberto Eco. Escrevendo para poucos, tornou-se mundial, graças ao cinema. Uma técnica servindo a uma arte e vice-versa.

Os jornais em papel continuarão sendo o fetiche da espécie humana, o amuleto resguardador da memória ram de nosso dia a dia. Ainda não consigo ler um livro em PDF. Posso baixá-lo, como já fiz, mas tenho de imprimir.

O jornal impresso sobreviverá talvez num formato mais interessante, num papel melhor e numa formatação "apaixonante".

Mas não precisará de tanto. Nossa mente tem seus próprios mitos, como o jornal que a gente leva para a praia e não lê, que fica lá, no canto, apenas para estar lá, "apportant avec eux des idées vagabondes aux reflets de ciels bleus …

Os velhos conservadores falam em dignidade.

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Lula já professou os mesmos princípios. Hoje, ele e seus corleones clonados querem domar esses princípios, esconder, colocar nas sombras, manejar, burlar, até mesmo usando a capa velha de guerrilheiro para adotar aura de santidade. Tudo em nome do próprio bolso.


Os riscos que você corre

Dormir com animais de estimação é uma boa maneira de pegar doenças como meningite, ancilostomíase, lombriga ou outra infecção bacteriana.

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A música do homem qui nous faites voyager juste en fermant les yeux.

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A música do homem "que nos faz viajar apenas fechando os olhos"


Je fuirais laissant là mon passé
Sans aucun remords
Sans bagage et le cœur libéré
En chantant très fortEu fugiria do passado
sem remorso.
Sem bagagem e com o coração livre
Cantando, cantando e cantando e cantando
Emmenez-moi au bout de la terre
Emmenez-moi au pays des merveilles
Il me semble que la misère
Serait moins pénible au soleilLevem-me, marinheiros, até o fim do mundo.
Levem-me ao país das maravilhas.
Parece até que toda a miséria
seria menos dolorosa se exposta ao sol



Erro considerável nesse pensamento que diz ser necessário derrotar Lula

Muita gente tem se dedicado, sobretudo nas redes sociais, à defesa de uma tese; a de que é necessário derrotar Lula nas várias eleições e etapas da vida do País.

Essa fulanização atribuída às vitórias do PT, nas diversas regiões do País, acaba funcionando como a imagem da cegonha na mente de uma criança que ainda não sabe o significado básico existente por trás da metáfora.

O cidadão brasileiro que gosta de Lula reagirá como reagem as crianças diante dessa imagem, reação já muito bem relatada pelo mitólogo Joseph Campbell no livro "O heroi de mil faces". 

Campbell explica que a criança não sabe que "cegonha" no mundo adulto significa gravidez e, mesmo sem conhecer qualquer outro sentido simbólico, desconfia, corretamente, de que estão mentindo para ela.

Assim reagem os amantes, as viúvas e os torcedores de Lula. 

Talvez não haja nada a ser feito de imediato. Porque Lula é um mito, prostituído aqui e ali, mas sacrossacramentado embusteiramente por martas e falcões, estes…