No pasarán



A história da democracia moderna tem pouco mais de 200 anos. Começa ali na Revolução Francesa. Como escreveu Robert Darnton, nem é uma realidade universal. Há longo caminho pela frente. 

As disputas ideológicas que aguçam nacionalidades são transitórias. O problema é quanto essa disputa não consegue fazer uma nação sair do atoleiro do atraso. A esta altura a questão é: que país abertamente tem um partido socialista que chega ao povo e diz: vou estatizar tudo, vou controlar tudo, peço seu voto. 

E disso já vimos aqui, via PT e partidos alugados. Socialistas barrigudos à custa do dinheiro público. Vermes.

É o que temos em Cuba ou na Venezuela. O que temos é a ação de grupos saídos das armas e que, armados, se proclamam revolucionários em nome de todos e a todos pretendem, pela força, representar. São apenas um passo retardado em direção a algo democrático , isto é, se não calarem a oposição, como fez Chávez.

No pasarán! (Nossa! quantos sentidos contrários e contraditórios essa expressão - No pasarán - já tem).

Chávez se fez de golpes contra ex-presidentes. Passou. Mas deixou milícias num estilo bem próximo a Hitler. Nada de novo no bolivarianismo delirante.

Comentários