Até quando irão proteger Lula?

Lula, o primeiro governante de origem popular na história do Brasil, já é um mau exemplo. O primeiro numas, mas vamos deixar essa passar como se fosse verdade (Epitácio Pessoa nasceu na cidade de Umbuzeiro, na Paraíba, foi presidente da República de 1919 a 1922).

Mau exemplo que tende a prosperar, tanto no bolso quanto no que os "coitadinhos" brasileiros dessa nova classe média pobre e sem instrução prometem e fazem em nome de dele, como dizem e fazem em nome de Deus, o ausente.

Uma das consequências do atual processo de acobertamento daquilo que faz Collor parecer um aprendiz de vereador é que aumenta a taxa de absurdos. Para cada Joaquim Barbosa surgem milhares de Renan, Felicianos e Vereadores. 

E de postes também. Um exemplo: o prefeito de 25% de votos de Osasco, Jorge Lapas (PT). Ele fez campanha sem registro da candidatura, incorreu em crime eleitoral, seu processo de cassação está parado em alguma gaveta judiciosa. Recentemente ele demitiu um secretário municipal do PSC, um dos partidos da base superfaturada (PT e mais 23 partidos dá 1).

E Lapas disse: "não admitirei traições". Ele se referiu aos vereadores que formam maioria na Câmara (17 em meio a 21).

Como é isso? Vereador virou cúmplice, boneco, sócio, comparsa?

De resto, circulam na cidade rumores nada bem-cheirosos do que significa o remanejamento de 8 milhões de reais, motivo da discórdia. O PT comanda uma mega operação de controle dos meios de investigação. Logo logo, seremos presos por expressar preocupações.

Um povo na mão de um partido, um país na mão de uma quadrilha.

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