Dilma mentiu sobre as memórias do pai e do futebol

Ela é galo ou raposa?


Logo depois de o time de futebol do Atlético Mineiro ter conquistado a Taça Libertadores da América, a subgerente Dilma Roussef enviou uma nota de felicitações à toda torcida do galo mineiro, na qual disse: “Congratulo com toda torcida do Atlético pela conquista do titulo, eu sou (meu Deus) torcedora do Atlético e, quando CRIANÇA ia com meu pai a muitos jogos do galo no MINEIRÃO "

Primeiro, esse gritante erro de português: congratular é felicitar, portanto, a frase é "congratulo-me com ...". "Congratulo com" é a mãe.


DUAS MENTIRAS:

Primeira: a subgerente nasceu em 1947, tinha 18 anos quando o Mineirão foi inaugurado, não era uma criança.

Segunda: o Mineirão foi inaugurado em 1965 e o seu pai, com a qual ela "ia" torcer pelo galo, morreu em 1963, ou seja, dois anos antes de o Mineirão ser inaugurado.

Ah! Claro, vai dizer que foi traída pela memória. Que isso faz muito tempo.

Esperem um pouco: eu sei o ano em que nasci e tenho certeza de que sou corintiano. Sei que Rivelino estreiou no Corinthians em 1965, aos 18 anos de idade, entrando no lugar de Dino Sani.

Mas trocar Mineirão por Meu Pé de Jaca é bem diferente. Nesse caso, a subgerente pode ter sido traída pela vontade de inventar uma história para fazer média com atleticanos. Freud explica.


Os torcedores são galo, com certeza. Pelo jeito surgiu um novo tipo de galo, o galo-raposa. Engana a quem mesmo?


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