Velhas mentiras sempre parecerão ser novas verdades

Houve um momento na campanha política em que já se falava em Marina presidente. O tempo passou na janela, como diz a música, e Marina não apareceu. Ou melhor, apareceu duas vezes com atraso. Na última delas, demorou demais a se definir, esperando mais colher a tendência dos eleitores e depois ver o que fazer no jogo do hipotético poder de sua influência.

Esse modelo já não é conhecido?

Alguém apostará que o praticante mais bem-sucedido nesse terreno foi Lula. Contudo, a resposta é outra. Quem praticou isso de modo tão assim visível e com efeitos nacionais (já que todos tentam fazer isso, do vereador ao síndico) foi Getúlio Vargas.

Como escreveu Mário Quintana, talvez para isso é que sirvam as novas gerações, para repetir velhas mentiras, pois velhas mentiras sempre parecerão ser novas verdades.

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